A fiscalização durante o segundo turno das eleições no estado de São Paulo resultou na detenção de cinco pessoas por crimes eleitorais. A atuação das autoridades de segurança buscou garantir a integridade do processo de votação e o cumprimento das normas estabelecidas pela legislação vigente, coibindo práticas ilegais dentro dos locais de votação.
Flagrantes de uso de celular e registro de voto na capital e região metropolitana
A maior parte das ocorrências registradas esteve relacionada ao uso de aparelhos celulares e ao registro fotográfico das urnas eletrônicas. Na capital paulista, mesários identificaram um eleitor que fotografava o equipamento na Rua Palmerina, resultando na exclusão da imagem e no encaminhamento dos envolvidos ao 31º Distrito Policial para a elaboração de um termo circunstanciado.
Situações semelhantes ocorreram em municípios da Região Metropolitana. Em São Caetano do Sul, uma eleitora foi flagrada com um aparelho celular dentro da cabine de votação na Rua Santo Antônio. Já em Osasco, outra pessoa foi conduzida ao 3º Distrito Policial após registrar o momento do voto na Avenida Cruzeiro do Sul.
Ocorrências no interior do estado e contexto do pleito
No interior paulista, a cidade de Marília registrou uma ocorrência envolvendo desacato a um mesário na Escola Municipal Professor Antônio Ribeiro. A Polícia Militar informou que outros casos foram contabilizados no decorrer do dia, incluindo novas ocorrências na capital e um registro na cidade de Guarantã, embora maiores detalhes sobre essas situações não tenham sido divulgados inicialmente.
As ações de segurança acompanharam o fluxo do segundo turno para a escolha do presidente da República, iniciado às 8h da manhã. Com mais de 34,1 milhões de eleitores aptos a votar, o estado de São Paulo consolida-se como o maior colégio eleitoral do país, concentrando aproximadamente 21,4% de toda a massa de votantes nacional, conforme dados oficiais divulgados pela Agência Brasil.